Racismo ambiental no Brasil no contexto das favelas e comunidades urbanas

Autores

  • Claudio Marques da Silva Universidade Zumbi dos Palmares

DOI:

https://doi.org/10.55547/jrese.v4i1.40

Palavras-chave:

Racismo ambiental, Favelas, Desigualdade socioespacial, Justiça ambiental, Mudanças climáticas

Resumo

O presente estudo aborda o racismo ambiental no Brasil, com ênfase nas favelas e comunidades urbanas, espaços onde a população negra é maioria e está mais exposta a condições socioambientais precárias. A partir de dados do Censo 2022 do IBGE e de estudos correlatos, evidencia-se a desigualdade no acesso a saneamento básico, saúde, educação e moradia, revelando a relação entre vulnerabilidade ambiental e desigualdade racial. Além disso, destacam-se como as mudanças climáticas agravam os impactos nessas populações, perpetuando ciclos de exclusão e injustiça. O trabalho fundamenta-se em pesquisa bibliográfica e documental, trazendo contribuições teóricas e empíricas para a compreensão do racismo ambiental e sua interface com a justiça ambiental no Brasil.

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Biografia do Autor

Claudio Marques da Silva, Universidade Zumbi dos Palmares

Doutor em Educação/Unicamp, Economista e Mestre em Economia/PUC-SP, Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Economia Verde, Antirracista e Mudanças Climáticas do Centro de Estudos e Pesquisas em Justiça Racial, Ambiental e Mudanças Climáticas da Universidade Zumbi dos Palmares.

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Publicado

25/03/2026

Como Citar

Marques da Silva, C. (2026). Racismo ambiental no Brasil no contexto das favelas e comunidades urbanas. Journal of Racial and Ethnic Social Equality, 4(1), 2–6. https://doi.org/10.55547/jrese.v4i1.40